Testar
Toda conta nova nasce com 7 dias de Corporate completo, sem cartão. O cadastro é feito no site, em poucos minutos.
"Crie a conta hoje: são 7 dias do plano completo, sem cartão."
Eficiência operacional por meio de automação de processos.
As principais causas aparecem em quase toda empresa. Use na descoberta.
Toda causa acima tem o mesmo efeito: hora de gente gasta em trabalho que a automação faz mais rápido e mais barato. Isso é redução de custo.
Oportunidade sem fim: ineficiência nasce todo dia. Basta uma planilha e um time de três pessoas sem tempo para nascer o próximo caso de automação.
Com automação de processos de ponta a ponta e horizontal.
Automatizamos do começo ao fim, mesmo quando o processo atravessa vários sistemas. No mesmo fluxo, o robô entra no portal do banco, a integração lança no ERP, a IA lê o documento e uma pessoa aprova onde precisa. Quem automatiza só um pedaço deixa o resto na mão do time, e o ganho some.
Vendemos para departamentos que existem em toda empresa: financeiro, fiscal, RH, jurídico, compras. Conciliar extrato, baixar nota na Sefaz ou admitir funcionário no eSocial é quase igual numa fábrica, num hospital ou numa transportadora. Automação de processo é universal.
Na prospecção, procure o departamento com fila, gente repetindo tarefa e sistema que não conversa com outro. Depois do primeiro processo, a conta cresce para o departamento ao lado, que tem a mesma dor.
| Departamento | Processos repetitivos típicos | Onde costuma travar |
|---|---|---|
| Financeiro | Conciliação bancária, contas a pagar e a receber, emissão e baixa de boleto, cobrança | Portal de banco |
| Fiscal e contábil | Download e conferência de notas, certidões negativas, apuração e entrega de obrigações | Sefaz, Receita Federal, prefeituras |
| RH e DP | Admissão e desligamento, envios ao eSocial, benefícios, conferência de ponto | eSocial, portal de operadora de benefício |
| Jurídico | Acompanhamento de processos e prazos, captura de publicações | PJe, Projudi, sites de tribunal |
| Compras e suprimentos | Cotação, cadastro e homologação de fornecedor, conferência de pedido e nota | Portal de fornecedor |
| Backoffice e CSC | Cadastros, conferência entre sistemas, relatórios recorrentes | Sistema legado, ERP sem integração |
Cada etapa usa o recurso que resolve aquela etapa, e todos convivem no mesmo fluxo:
Para comparar com o que o mercado já conhece: fazemos o que o n8n faz, que é integrar sistemas e usar IA, e o que o UiPath e o Automation Anywhere fazem, que é operar sistema pela tela, dentro do mesmo produto. Ferramenta que só faz um dos dois lados sempre deixa um pedaço do processo na mão do cliente.
O que o cliente compra, em uma linha cada.
Plataforma na nuvem, sem servidor para o cliente instalar ou manter.
O robô roda no runtime instalado no servidor ou na máquina do cliente.
Uma instalação do runtime por ambiente, com cofre de senhas próprio.
O analista monta conversando com o Copilot ou no modelador no-code; o time técnico escreve em Python quando quiser.
Mensal ou anual, em real, com usuários ilimitados nos planos pagos.
Cadastro e assinatura no site, com cartão. Enterprise sob proposta.
7 dias de Corporate em toda conta nova e Free gratuito e perpétuo depois.
Produto, documentação e atendimento em português, no fuso do cliente.
Os quatro argumentos que sustentam a venda.
Integração, robô de tela e IA numa única plataforma e num único contrato. Sem contratar uma ferramenta para cada parte do processo, e sem manter três fornecedores diferentes.
Produto, documentação e atendimento em português, no mesmo fuso do cliente. Quando o processo quebra no fechamento, tem alguém para responder.
Preço em real, sem exposição a dólar ou euro, em faixas mensais de execução que cabem em empresa de porte médio. O cliente escolhe a faixa pelo volume que processa e sobe de kit quando o volume cresce, sem licença por robô, thread, usuário ou desenvolvedor.
Cofre de credenciais cifrado com chave gerenciada, controle por papel, aprovação humana e trilha de auditoria na plataforma; o robô e a execução rodam na infraestrutura do cliente, e o log mascara o que for marcado como dado sensível. Ferramenta estrangeira não se adapta ao compliance local com a mesma profundidade: contrato e suporte de fora, e LGPD vira remendo.
Quatro pilares da plataforma, cada um respondendo a uma dúvida que o cliente levanta antes de colocar IA no processo.
Cada agente roda com identidade própria, dono, permissão e histórico. Automação vira força de trabalho gerenciável, com responsável e rastro.
IA roda dentro de uma esteira de processo. Cada etapa de IA tem entrada e saída definidas, limites para o que ela pode decidir, e um próximo passo definido ou aprovação de uma pessoa.
Quem monta o processo conversa em português com o Copilot, sem precisar de desenvolvedor certificado. O tempo de construir cai de semanas para dias.
Regras de decisão e IA lendo e classificando documento escolhem o caminho em tempo real, dentro do próprio fluxo.
Empresas de médio porte com operações complexas que demandam e justificam automação dos processos.
Cinco papéis de compra, definidos pela função de cada um na decisão. Calibrado para o nosso ICP, empresa de 100 a 1.000 funcionários: estrutura formal como CoE, procurement dedicado e auditoria interna é exceção nesse porte e só aparece perto do teto.
| Papel | Quem costuma ocupar | Papel na decisão |
|---|---|---|
| Decisor | Head da área operacional: CSC, backoffice, financeiro, fiscal, RH. Head de CoE, só nas contas maiores do nosso ICP | Tem orçamento e autoridade final de compra. |
| Comprador | Head de TI | Avalia se a ferramenta funciona de verdade e formaliza a compra. |
| Bloqueador | Segurança da Informação ou Compliance, muitas vezes a mesma pessoa que o Head de TI nas empresas menores | Não decide nem compra, mas pode travar sozinho se o produto não atender exigência de segurança ou compliance. Sem o aval dele, o negócio não anda, mesmo com decisor e comprador favoráveis. |
| Influenciador | Analista de Processos, Engenheiro de Software, coordenador ou supervisor de outra área do negócio | Opinião pesa na escolha, mas não assina, não aprova e não barra sozinho. |
| Usuário | Citizen Developer ou Analista de Automação | Monta e opera os fluxos no dia a dia. Sem ele engajado, o piloto não sai do papel. |
Área fim, o time operacional cujo trabalho é automatizado, fica fora dos cinco papéis, mas sente o resultado. Se não confiar no processo, mina a adoção por dentro.
Sem decisor engajado, o negócio não fecha. Sem o aval do bloqueador, nem chega a fechar. Sem usuário engajado, a automação não passa do primeiro mês.
A frase para o cliente: você paga pelo volume que automatiza. Usuários ilimitados nos planos pagos e nenhuma licença por robô. Preço mensal, em real, por faixa de uso. A faixa cresce em dois eixos: quantas vezes um processo roda no mês, e quantas dessas vezes precisam abrir um sistema pela tela.
| Plano | Preço por mês | Créditos por mês | Créditos RPA por mês | Runtimes | Usuários | Retenção do log |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Free | R$ 0 | 1.000 | 30 | 1 | 1 | 1 dia |
| Professional | R$ 550 a R$ 1.650 | 15.000 a 45.000 | 150 a 450 | 5 | Ilimitado | 30 dias |
| Corporate plano-alvo | R$ 3.300 a R$ 6.600 | 50.000 a 100.000 | 1.000 a 2.000 | 10 | Ilimitado | 180 dias |
| Enterprise | Sob consulta | 200.000+ | 5.000+ | 20+ | Ilimitado | 365 dias |
Professional e Corporate têm três kits cada. Professional: R$ 550, R$ 1.100 e R$ 1.650 por mês, com 15, 30 e 45 mil créditos e 150, 300 e 450 créditos RPA. Corporate: R$ 3.300, R$ 4.950 e R$ 6.600, com 50, 75 e 100 mil créditos e 1.000, 1.500 e 2.000 créditos RPA. Agentes são ilimitados em todo plano. Runtime é a instalação do motor na máquina do cliente, onde o robô roda. Retenção do log é por quanto tempo cada execução fica consultável. Plano anual tem 10% de desconto.
O que muda entre planos, além do volume. Free é para uma pessoa só, sem equipe e sem integração por API. Professional é para um time: vários usuários, até 5 runtimes, integração por API e execuções em paralelo, mas cada usuário só vê os próprios agentes e nada roda sozinho em horário marcado. Corporate é para a empresa: agendamento, agentes, runtimes, cofres e conectores compartilhados entre áreas, e a sala de controle (Control Room, na tela) para acompanhar e intervir nas execuções ao vivo.
Ticket esperado: a conta começa em Professional quando um único time vai operar os próprios agentes, disparando à mão ou a partir de outro sistema. Vai para Corporate assim que precisar de qualquer um destes: rodar sozinho em horário marcado, compartilhar agente, runtime, cofre ou conector com outra área, sala de controle, mais de 5 runtimes ou mais de 450 execuções com robô no mês.
Plano-alvo: Corporate. A dor do Tópico 1 (silos e repasse entre áreas) e a promessa do Tópico 2 (processo de ponta a ponta, horizontal) só se entregam no Corporate: é onde moram agendamento, sala de controle e compartilhamento entre áreas. Professional é a porta de entrada de um time só, mas a proposta já deve mirar Corporate desde o primeiro contato.
Crédito é a moeda do plano: é o que o cliente vê no checkout e no painel da empresa, e a tabela acima é toda contada nele. Explicação de um minuto, na ordem em que o cliente pergunta:
Duas perguntas dão o plano. "Quantas vezes por mês esse processo roda?" dimensiona os créditos. "Em quantas dessas vezes ele entra num sistema pela tela?" dimensiona os créditos RPA.
A forma de montar o processo muda a conta, e o vendedor precisa saber disso antes de prometer plano:
Exemplo: fechamento fiscal com 300 notas por dia, 22 dias úteis. Em lote são 22 execuções no mês, cabe em qualquer plano. Por item são 6.600 execuções e 6.600 RPA: os créditos cabem no primeiro kit do Professional, os RPA estouram até o último kit do Corporate (2.000). Em processo de portal, o RPA é o eixo que decide o plano. Dimensione ele primeiro.
Free, Professional e Corporate o cliente assina direto pelo checkout, com cartão de crédito recorrente, sem contrato assinado à mão. Só o Enterprise é sob consulta, com proposta comercial.
Nesses três planos, quem assina é o próprio cliente. A conta nasce com 7 dias de Corporate (Tópico 7), e o vendedor usa essa semana para levar o cliente até o checkout já sabendo qual plano e qual kit escolher.
Os pedidos mais comuns antes da compra. Para cada um, o modelo já tem a resposta pronta, e o caminho começa sempre pelo cadastro no site.
Toda conta nova nasce com 7 dias de Corporate completo, sem cartão. O cadastro é feito no site, em poucos minutos.
"Crie a conta hoje: são 7 dias do plano completo, sem cartão."
No trial, tudo do Corporate fica liberado: robô de tela, integração, IA, agendamento, compartilhamento e sala de controle. A documentação em português e o Copilot guiam o primeiro processo.
"Tudo o que está no Corporate está liberado no trial."
O trial tem usuários ilimitados. O time entra na mesma conta, compartilha os agentes e avalia junto.
"Convide todo mundo que precisa avaliar: no trial não há limite de usuários."
O trial já é o ambiente da POC. O robô roda na infraestrutura do cliente, com os sistemas e os dados reais dele. Quando a POC precisa de mais tempo, o prazo do trial pode ser estendido.
"A POC roda no trial, dentro da infraestrutura de vocês, com os sistemas reais."
Depois do trial, a conta passa para o Free, grátis e sem prazo, com tudo o que foi montado. O piloto segue rodando dentro do limite do Free: 1.000 execuções e 30 com robô por mês, um usuário. Para mais volume, Professional; para rodar em horário marcado, Corporate.
"Terminado o trial, o piloto continua rodando no Free, sem custo."
Preço público, em real, no site. A assinatura é feita no painel da empresa, com cartão, mensal ou anual com 10% de desconto. O plano mensal não tem fidelidade, e o upgrade vale na hora. Enterprise é sob consulta (Tópicos 5 e 6).
"O preço está no site, e a assinatura sai no próprio painel, com cartão."
As perguntas que TI, Segurança e Compliance fazem antes de aprovar. Cada uma tem uma resposta curta para a conversa e o detalhe para quando o cliente quiser ir fundo.
"A parte crítica já é on-premise: o robô roda dentro da infraestrutura de vocês."
"A plataforma foi desenhada para a LGPD: o dado é tratado na casa de vocês, e o que é sensível fica protegido."
"A IA é a que vocês escolherem, com a chave de vocês."
"Só a máquina onde o robô roda. O resto é SaaS."
O cliente sempre compara com o que já conhece. Este mapa serve para você se localizar em dez segundos. A briga de verdade, concorrente por concorrente, está nos battlecards do Tópico 12.
UiPath, Automation Anywhere, AutomationEdge e NICE. Fortes em robô de tela. Cobram por robô, thread ou usuário, quase sempre em dólar e por projeto.
n8n. Forte em API e IA, barato para começar. Não opera tela, não tem adequação ao compliance brasileiro, e rodar no cliente com governança só no plano caro.
BotCity e Roberty. Real e português. BotCity exige programador Python e custa de R$ 60 mil a R$ 320 mil por ano. Roberty tem estratégia parecida com a nossa e é reconhecida em RPA.
| Fornecedor | Robô de tela | Integração e IA | Quem monta | Onde o robô roda | Como cobra | Suporte em português | Entrada por ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| UiPath | Muito forte | Boa | Desenvolvedor, em geral certificado | Máquina do cliente | Por robô e por desenvolvedor, em dólar | Via parceiro | ~R$ 41 mil |
| Automation Anywhere | Muito forte | Boa | Desenvolvedor, em geral certificado | Máquina do cliente | Por bot e por usuário, em dólar | Via parceiro | ~R$ 46 mil |
| AutomationEdge | Forte | IA agêntica vendida à parte | Desenvolvedor no estúdio deles | Máquina do cliente | Por thread, um processo por vez, em real com IPCA | Sim | R$ 35,5 mil |
| NICE | Só no atendimento | Limitada | Time técnico do projeto | Computador do atendente | Por atendente, dentro da suíte, em dólar | Via parceiro | Sem preço público |
| n8n | Muito limitado | Muito forte | Perfil técnico | Nuvem deles; no cliente só no plano Business | Por execução, em euro | Comunidade | R$ 1,4 mil na nuvem; R$ 47,6 mil no cliente |
| BotCity | Forte, escrito em código | Em código Python | Programador Python | Máquina do cliente | Plano anual por faixa, em real | Sim | R$ 60 mil |
| Roberty | Sim | Sim, com IA | Sem código | Nuvem deles ou máquina do cliente | Não publicado, em real | Sim | Sem preço público |
| browserMate | Sim | Sim, no mesmo fluxo | Híbrido: Copilot, no-code ou Python | Máquina do cliente | Por faixa de execuções, em real | Sim | R$ 0 no trial e no Free; Professional de R$ 5,9 mil a R$ 17,8 mil (anual) |
Em uma frase para o cliente: o RPA tradicional faz a tela e cobra por robô; a integração faz a API e não faz a tela; nós fazemos os dois no mesmo fluxo, em real, cobrando pelo volume.
Em empresa regulada, diga isto antes de o bloqueador perguntar: o robô e a execução rodam dentro da infraestrutura do próprio cliente, e a senha fica cifrada em cofre com chave gerenciada que nem o robô vê. O que vai para a nuvem é o desenho do processo e o registro de execução, e o registro mascara o que o cliente marcar como dado sensível.
Dois gráficos para duas perguntas do cliente. O primeiro responde "é caro começar?". O segundo responde "e quando crescer?". Não misture um com o outro. NICE e Roberty ficaram de fora: não têm preço público.
Gráfico 1: quanto custa começar
Gráfico 2: quanto uma conta madura realmente paga
Como usar na conversa: fale em ordem de grandeza. "O robô de entrada da UiPath custa o mesmo que sete anos do nosso Professional." Os valores dos concorrentes são estimativa de mercado: nunca apresente como preço oficial deles, nem mostre este gráfico ao cliente com os nomes.
Sinais para reconhecer durante a conversa.
| É oportunidade | Por que é oportunidade | Pergunta para confirmar |
|---|---|---|
| Alta volumetria de tarefas repetitivas | Mesma ação manual, dezenas ou centenas de vezes por mês: é onde o robô ganha da pessoa | "Quantas vezes por mês vocês fazem isso, e quanto tempo leva cada vez?" |
| Alto volume de processamento | Grande quantidade de documento, dado ou transação pra tratar em cada ciclo, tipo fechamento ou lote mensal | "Quantos documentos ou registros entram nesse processo por mês?" |
| Sistema sem API disponível | É onde n8n, Make e Zapier não resolvem, e onde a gente é forte | "Esse sistema tem alguma forma de integração, ou só dá para acessar pela tela?" |
| Precisa de governança de IA | Cliente já usa ou quer usar IA e agente, e não tem controle sobre o que ela decide sozinha | "Vocês já usam IA em algum processo? Como controlam o que ela pode ou não decidir?" |
| Não perca tempo | Por que não é oportunidade agora |
|---|---|
| Já resolvido por integração direta entre sistemas com API | Ferramenta mais simples e mais barata resolve. Ir atrás disso é perder tempo e o cliente sai insatisfeito |
| Não se repete, ou muda por completo a cada caso | Automação ganha na repetição. Sem repetição, não tem o que automatizar |
| Volume baixo demais | O ganho não paga nem o plano mínimo |
Um card por concorrente: onde você vai encontrá-lo, por que o cliente gosta dele, onde ele perde, como ganhamos e quando não vale brigar. Leia antes da reunião.
Regra geral: nunca fale mal do concorrente. Faça a pergunta do card e deixe o cliente chegar à conclusão sozinho. Conclusão que o cliente tira vale mais que argumento que você dá.
Empresa grande ou CSC com time de automação próprio, ou cliente que acha que RPA é sinônimo de UiPath.
Marca que ninguém questiona, ecossistema enorme de parceiros e certificação, robô de tela muito forte e plataforma madura.
Custo e velocidade. Cada robô e cada desenvolvedor é licença em dólar, e a conta média passa de US$ 370 mil por ano. Implantação é projeto, com desenvolvedor especializado, e a fila de processos esperando robô só cresce.
Entramos pelo processo que está parado na fila por falta de licença ou de desenvolvedor: rodando no trial em uma semana, montado pelo analista da área, em real.
"Quantos processos estão parados na fila esperando robô ou desenvolvedor?"
Programa de automação maduro, com dezenas de robôs e contrato recém-renovado. Venda convivência (Tópico 13).
Banco, seguradora e serviço financeiro.
Presença forte no setor financeiro, plataforma em nuvem, leitura de documentos e licença por assinatura.
Contrato em dólar de dezenas de milhares por ano, perto de US$ 55 mil numa conta real, e implantação de 5 a 10 robôs que chega a US$ 200 mil. Cada robô a mais é licença a mais.
O Corporate de entrada no anual custa um oitavo disso, com volume para vários processos e sem pagar por robô. A porta de entrada é a mesma do UiPath: o processo que ficou de fora do projeto principal.
"Quanto o contrato de vocês subiu da última vez que o dólar subiu?"
Banco grande com programa corporativo de RPA e equipe dedicada.
TI, service desk e CSC, geralmente apresentada por um parceiro deles.
Preço em real com reajuste por IPCA, suporte e treinamento no Brasil, e uma thread que roda 24 horas sem parar.
Cobram por thread, e cada thread roda um processo por vez. Starter Pack de R$ 35,5 mil/ano por 1 thread, só na primeira compra; cada thread a mais custa R$ 45,7 mil/ano. IA agêntica é R$ 30 mil/ano à parte, treinamento é R$ 2.350 por pessoa, e não dá para começar sozinho.
Pelo mesmo dinheiro do Starter Pack deles, o Corporate anual de entrada (R$ 35,6 mil) traz 10 runtimes, vários processos rodando ao mesmo tempo e IA inclusa.
"No fechamento do mês, quantos processos precisam rodar ao mesmo tempo?"
Um único processo de volume altíssimo, rodando o dia inteiro. Uma thread deles entrega mais execuções com robô do que o nosso kit.
Empresa com time de dados ou desenvolvedores Python, que quer escrever as próprias automações.
Brasileira, em português e em real. Framework Python aberto, com comunidade, cursos e certificação, e um orquestrador maduro para quem já programa.
Preço e dependência de programador. A faixa vai de R$ 60 mil a R$ 320 mil por ano, e cada automação ainda precisa de um desenvolvedor Python para escrever e manter. Sem modelador visual, sem Copilot e sem conector pronto.
Também rodamos Python: o script entra como etapa do fluxo, com cofre de senha, agendamento e registro, ao lado do robô e da integração montados em no-code. Assim o time Python continua escrevendo o que quiser, e o analista da área monta o resto com o Copilot. Corporate anual a partir de R$ 35,6 mil, sem folha de desenvolvedor para cada automação. Se o cliente já tem script pronto, orquestramos o que existe (Tópico 13).
"Quem vai escrever e manter cada automação, e quanto custa essa pessoa por mês?"
Time de engenharia grande que quer tudo em código, versionado no próprio repositório, e já tem gente dedicada a isso.
Empresa de médio porte avaliando RPA com IA, muitas vezes apresentada por um parceiro.
Estratégia parecida com a nossa: brasileira, em português e em real, RPA com IA, montagem sem código e robô na infraestrutura do cliente. É um nome reconhecido em RPA no Brasil.
Nos cases. Os clientes de renome associados a eles são da Lecom, não da Roberty, e poucos cases próprios de conta grande aparecem publicados.
Com resultado próprio publicado em conta grande: Banco do Brasil e Huawei (Tópico 14). E com o processo inteiro no mesmo fluxo, robô, integração, IA e Python, montado com o Copilot e testado no trial de 7 dias.
"Quais clientes do tamanho de vocês usam a Roberty hoje, em produção?"
Cliente que já usa a Lecom e quer ficar no mesmo ecossistema. Aí venda o que só nós temos: cases próprios e processo de ponta a ponta.
TI e times técnicos. Quase sempre já está instalado em algum canto da empresa.
Versão gratuita para instalar, comunidade enorme, muito forte em API e IA, e barato na nuvem deles (R$ 119/mês).
Não operam tela: portal sem API fica de fora. Quem monta é perfil técnico. Falta compliance Brasil: empresa estrangeira, contrato em euro, suporte por comunidade e em inglês, e na nuvem deles o dado roda fora do país. Governança de verdade e rodar na infraestrutura do cliente só no plano Business, R$ 3.969/mês.
Todo processo que tem um portal ou sistema sem API no meio do caminho. E em empresa que precisa responder a compliance e LGPD: contrato em real, suporte no Brasil e execução dentro da infraestrutura do cliente, sem pular para R$ 3.969 por mês.
"Algum passo desse processo depende de entrar num site ou sistema que não tem integração?"
Sistema com API falando com sistema com API. Diga isso ao cliente: ele lembra de você quando aparecer a primeira tela.
Três situações fora do funil padrão, em que a venda começa de outro jeito.
Gartner chama de hiperautomação o uso orquestrado de várias ferramentas de automação dentro da mesma empresa: RPA, IA, integração, BPM, cada uma cobrindo uma parte. O cliente não precisa trocar o UiPath ou a Automation Anywhere que já tem. A gente entra como o especialista em automação de portal e sistema pela tela, cobrindo o que a ferramenta atual não faz bem ou não escala por causa do custo de licença.
Quando o contrato do concorrente vence, ou o custo de escalar fica insustentável, entramos como substituição completa. O processo já mapeado na ferramenta antiga vira processo novo aqui, sem depender do fornecedor anterior liberar exportação ou dar suporte à saída.
Empresa grande sempre tem script em Python espalhado entre times de dados e TI, sem agendamento centralizado, sem cofre de credencial, sem registro de execução. A gente entra como orquestrador desse Python: agenda, monitora, guarda credencial e adiciona o robô de tela onde o script sozinho não alcança, porque portal exige navegador de verdade.
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Agentes automatizados coletam dados e documentos de ERPs, sistemas de pagamento e fontes públicas, validam as informações e estruturam dossiês completos integrados ao portal.
Agentes coletam dados de faturamento do ERP TOTVS, processam regras financeiras complexas e sincronizam as informações em tempo real com o portal de notas fiscais.